Whatsapp Business testa API na nuvem para facilitar sua adoção


WhatsApp, popular plataforma de mensagens de propriedade do Facebook (Meta), continua avançando na intenção de ser a grande alternativa às ligações para comunicação entre clientes e empresas.

Nesse sentido, mantendo a versão atual da API WhatsApp Business existente, usada por milhares e milhares de empresas ao redor do mundo, e sem planos, pelo menos por enquanto, de sua eliminação em favor da nova, a plataforma de mensagens acaba de começar a testar uma versão da API WhatsApp Business que é baseada na nuvem (a API atual não é baseada na nuvem).

Com a nova API baseada em nuvem, o WhatsApp espera reduzir o tempo de configuração para adoção da API de semanas para minutos. Isso significa que todas as empresas que desejam usar o WhatsApp como canal ou um dos canais de comunicação de seus negócios não precisarão mais esperar semanas, ou mesmo um mês, para começar a entrar em contato com seus clientes.

Muitas vezes, isso acontece porque há empresas que usam serviços como Twilio ou Zendesk para integrar canais de comunicação com seu back-end para permitir a comunicação com seus clientes com o WhatsApp e outros canais de comunicação populares.

Por enquanto, as duas APIs coexistirão gratuitamente, sendo que a API baseada em nuvem, atualmente em teste, será usada nesta fase por mais de uma dezena de parceiros, incluindo Zendesk nos EUA, Take no Brasil e MessageBird na União Europeia.

Não podemos nos esquecer da ascensão do comércio eletrônico, principalmente, em decorrência da pandemia, além de uma recente pesquisa realizada pelo WhatsApp que mostra claramente que a balança pende muito mais a favor do contato empresa/cliente por meio do aplicativo de mensagens, em vez do tradicional telefone.

Além disso, tendo em conta que as empresas pagam pelas mensagens que enviam aos seus clientes, de acordo com as taxas existentes consoante cada região, permite à plataforma de mensagens uma importante fonte de receitas que possibilita continuar a oferecer o seu serviço gratuitamente para usuários finais.

Via: TechCrunch