Santander oferece empréstimos com garantia de imóvel desde R$ 30 mil até R$ 2 milhões

Com a situação atual muitos precisam de recursos financeiros extras tanto para custear seus gastos básicos ou para levar adiante seus projetos pessoais e profissionais. A principal alternativa para suprir esta necessidade é um empréstimo. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD COVID19 do IBGE publicada em setembro, 75,9% dos 5,4 milhões de brasileiros que indicaram ter pedido um empréstimo optaram por alguma instituição financeira e não por familiares ou amigos. 

Na busca pela melhor opção de crédito, os clientes se encontram nos bancos e financeiras com as modalidades de Empréstimo Pessoal, para as que não precisam oferecer nenhum tipo de garantia nem justificar o uso do dinheiro, mas que se deparam com um baixo capital e taxas muito altas. Em contraposição, estão os créditos que requerem algum tipo de garantia e por isso pode haver maior burocracia, mas menores taxas de juros e um maior capital emprestado. Por exemplos os créditos consignados, onde a garantia é o contracheque, e créditos com garantia de imóvel, de veículos, penhor, entre outros. 

As opções são diversas, mas pela falta de costume ou talvez pela desconfiança, as instituições tradicionais mais conhecidas são as mais procuradas, por exemplo o Banco Santander. Onde o cliente pessoa física pode pegar entre R$ 500 e até R$ 2 milhões, e conta com mais de 20 opções de empréstimo diferentes.

Como é um empréstimo no Banco Santander?

Cada empréstimo no Banco Santander tem suas características e requerimentos específicos. Para o cliente que está precisando de uma quantia superior aos R$ 30 mil a opção mais conveniente é o Usecasa, com garantia de imóvel, que como já indica o nome, a garantia de pagamento que o banco solicita é uma casa, própria ou de um terceiro, que esteja em zona urbana e não tenha nenhum tipo de dívidas pendentes, basicamente.

Esta é uma modalidade de crédito livre (usado para qualquer objetivo, de forma consciente) que permite que o proprietário faça um crédito de até 60% do valor do imóvel, limitado a R$ 2 milhões, e financie a dívida em até 20 anos com parcelas fixas e taxas de 1% ao mês. 

É muito importante considerar este último ponto, tanto para contratar este empréstimo como também para outras modalidades. As taxas de juros não são os únicos valores cobrados por um empréstimo, neste caso, também está o IOF e a Taxa de Avaliação do imóvel. 

Por esse motivo o cliente não deve só considerar os juros do empréstimo, o principal item é o CET (Custo Efetivo Total) da operação que indica o valor completo do empréstimo, constituído pelo capital e as taxas cobradas. Neste sentido o Banco Central oferece uma série de tabelas com o CET médio das operações de crédito oferecidas pelas instituições nas últimas semanas, estas tabelas podem ser muito útil no primeiro momento para escolher onde solicitar dinheiro. 

Quem está precisando de menos capital ou não quer comprometer sua casa pode optar por um crédito com garantia de veículo. Se estiver em condições e sem dívidas o proprietário pode solicitar um empréstimo de até 70% do valor do veículo e um prazo de até 5 anos para quitá-lo.